sábado, 1 de novembro de 2008

"Agora que do inverno sinto a aragem Canto estes versos em vossa homenagem... Na primavera quando o mato cheira a incenso, Com a minha débil voz eu digo o que penso. No verão, ão, ão, quando os dias são longos. Talvez você compreenda, enda, os ditongos. No outono quando as folhas ficam amarelas, Tomo pena e tinteiro e vou para as Janelas. Mandei recado aos peixes Dizendo o que queria; Os peixes responderam Naquele mesmo dia. Responderam dizendo Que noutra freguesia eu fosse pregar pregos... "

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